Mais de tudo....um pouco.

11
Jun 07
Serve para recordarmos.

O que se fez? O que se podia ter feito?! Tanta discussão sobre o que fazer?

Lembrem-se que são seres Humanos e que acima de tudo precisavam e continuam a precisar de ajuda.

AS PESSOAS NÃO SÃO NÚMEROS.
publicado por Zam às 17:23
sinto-me:

Acham que sim ou que não? Eu acho que sim e vou fazer a experiência em casa. Depois digo qualquer coisa ok.

publicado por Zam às 16:59
sinto-me:

10
Jun 07
Vejam bem o estado em que está a Rua General Humberto Delgado em Faro. É uma pena que isto aconteça.

LAMENTÁVEL

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Quem sobe a rua é isto que vê.
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Quem desce também vê esta merda...
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Vergonha absoluta....para que querem ser ele
itos?... para deixar as coisas chegarem a este estado?
publicado por Zam às 20:14
sinto-me: Triste
tags:

05
Mai 07

Vejam bem....

 

Raptos acontecem às centenas todos os dias...

 

Crianças são mal tratadas por pessoas às quais não dizem nada.

 

O medo de uma criança numa situação destas é simplesmente indescritível e certamente assustador.

 

Se me permitem expressar a minha opinião, acho que todos sabemos que por este mundo fora existem pessoas mal intencionadas e capazes de cometer qualquer tipo de crime em qualquer pais. Não é por ser em Portugal ou na China ou até mesmo em Inglaterra que uma situação destas não acontece, porque, como sabemos, pode acontecer em qualquer país independentemente do grau de civilização.

 

Agora deixar três crianças daquela idade sozinhas em casa...o que procuram!!!Que estupidez é esta??? Onde tinham os pais da Madeleine a cabeça para fazer um coisa destas? Têm serviço de Baby-sitting no resort...usem-no. Não têm cabeça para educar três crianças....falem com a assistência social...

 

Mas culpar a policia portuguesa por negligência ...por amor de Deus olhem para quem fez a asneira, vejam quem realmente é culpado. Certamente que não será a policia portuguesa que, sem margem para duvida estará a fazer um bom trabalho para tentar recuperar a criança de 3 anos que os ignorantes dos pais deixaram em casa a cuidar dos irmão mais novos. Totalmente surrealista... como se fosse uma criança de 20 anos a cuidar dos irmão de 10...

 

Peço desculpa mas considero que os pais não têm condições para educar três crianças. Esta é a minha conclusão sobre tudo isto.

 

Em relação à Madeleine , espero do fundo do coração que a encontrem rápido e que ela esteja bem.

 

 

 

publicado por Zam às 13:40
sinto-me: com raiva
música: o silêncio é melhor que tudo nest altura.
tags:

14
Abr 07

Esta foto foi tirada quando o Noddy esteve na Casa da Música - Porto

 

publicado por Zam às 11:10
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13
Abr 07

Era o alferes do rei, o que levava o estandarte régio, e não podia desfraldá-lo sem ordem do monarca, e quando o fazia, todos os alferes particulares tinham de desfraldar também os seus estandartes. 0 cargo de alferes‑mor é antiquíssimo em Portugal. Nos primeiros tempos da monarquia tinha larguíssimas atribuições; era verdadeiramente abaixo do rei, o comandante em chefe do exército. 0 conde D. Henrique, pai do 1.º rei português, tinha por alferes-mor D. Fafez Luz, que veio com ele a Portugal e o acompanhou em todas as batalhas. D. Afonso Henriques concedeu esse cargo a um cavaleiro chamado Pedro Pais, que pode dizer-se o primeiro, depois de Portugal se tornar independente; parece, porém, que o primeiro nome de alferes‑mor que aparece em documento escrito é o de Pelágio Soares. Havia também alferes‑mor dos infantes e dos mestrados das ordens de cavalaria, sendo todos da principal nobreza do reino. 0 último foi Vasco Fernandes César de Meneses, conde de Sabugosa, vice-rei da Índia e do Brasil. hoje é apenas um título honorífico, que, figura nas cerimónias solenes, e um dos oficiais‑mores da Coroa. Quando no exército existia o posto de porta-bandeira, os alferes nem sequer empunhavam as bandeiras do regimento; depois que foi suprimido aquele posto, a bandeira é confiada ao alferes mais moderno. 

Na Nobliarchia portugueza, de António de Vilas Boas e Sampaio, publicada em 1676, lê-se o seguinte: «0 livro do rei D. Dinis, no titulo de Alferes‑mor, diz o que se segue: - Os Gregos e Romanos foram homens que usaram muito da guerra; enquanto o fizeram com siso e entendimento venceram e acabaram o que quiseram; e eles, foram os primeiros, que fizeram como fossem conhecidos os grandes senhores nas Cortes dos Príncipes, e nas batalhas, e nos outros feitos de guerra, e façanha. Confirmando eles como em semelhantes feitos as gentes, e povos se acautelassem bem, por guardarem principalmente os serviços de seus senhores, tendo muito por honra assinada, chamaram os que trazem as Sinas principais dos Imperadores e dos Reis, Signifer, que quer tanto dizer, como oficial, que leva a primeira sina, do principal senhor da hoste. Chamaram ainda Preposito, que quer tanto dizer como adiantado sobre as outras companhias da hoste; e isto, porque em aquele tempo, ele lhe julgava os grandes feitos, que aconteceram em elas. Estes nomes usaram em Espanha até que se perdeu a terra e a tomaram os inimigos Mouros, e depois que a alcançaram os cristãos, chamaram a este ofício Alfezes, e assim o há hoje nome. - Chamavam os antigos à bandeira real Sina, porque nela ia o sinal que havia de seguir os soldados do exército, ou nas armas do reino, ou rio retrato do príncipe ou em outra qualquer empresa ou divisa, de que usasse; razão, porque Lucano, na Pharsalia, liber I es­tranhava a confusão das armas de Roma, nas guerras civis, entre César e Pompeu, sendo do uma e da outra parte a mesma Águia a que assinalava as bandeiras.» Mais tarde tornou-se este título simplesmente honorífico, como o de condestável e de mariscal. Tempos depois parece que houve dois alferes-mor, de ocupações distintas; um, como fica dito, levava o guino real nas batalhas; o outro era alferes-mor do reino, tanto na paz como na guerra, devia levar a bandeira real nas cortes e juramento de príncipes, o que ainda hoje se observa. Parece também que os dois cargos estiveram reunidos.

publicado por Zam às 21:30
sinto-me:

Em breve vou contar a história de Portugal .

 

Vou publicar pequenos textos dos momentos mais importantes da história contados na primeira pessoa por alguém que sabe muito e com quem tenho o prazer de, de tempos a tempos, almoçar ao fim-de-semana e aprender bastante sobre o nosso país, as suas personagens e os momentos mais belos e críticos do nosso país.

 

Se tiverem algumas perguntas não hesitem em colocar pois arranjarei, a seu tempo a resposta correcta para as mesmas.

 

Antes de mais um grande obrigado antecipado pela vossa colaboração.

 

 

publicado por Zam às 20:56
sinto-me: mais sábio
música: Grandola vila morena

Saiba se a empresa para a qual trabalha lhe está a fazer os descontos para a segurança social correctamente.

 

Só tem que pedir o seu username e password que posteriormente lhe serão enviados para casa depois consulte - Informe-se.

 

 

 

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publicado por Zam às 09:08
sinto-me:
tags:

04
Abr 07

O Presidente iraniano anunciou hoje a libertação dos 15 marinheiros britânicos detidos desde 23 de Março como um presente de Páscoa ao povo britânico.

Finalmente. Acho que isto ia dar pró torto e que tinha que pagar era o POVO.

publicado por Zam às 18:21
sinto-me: Aliviado
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No âmbito do Programa SIMPLEX, saiu um Decreto-Lei que vem simplificar e desburocratizar os procedimentos de licenciamento dos estabelecimentos de restauração ou de bebidas, isentando estes estabelecimentos de licença de funcionamento e submetendo-os, em substituição, a um regime de declaração prévia quanto ao exercício de actividade.

Mais vale tarde que nunca...e era realmente inevitável pois nenhuma das entidades competentes conseguia dar resposta a tempo e horas a não ser a ASAE que está lá sempre prontinha para fechar tudo e mais alguma coisa.

 

publicado por Zam às 18:06
sinto-me: agradecido
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